
A startup DrumWave quer lançar uma carteira do dedo para que os usuários sejam capazes de monetizar os dados pessoais. O projeto inovador já tem até data para entrar em operação: 15 de setembro de 2022. O proclamação foi feito pelo CEO da startup, André Vellozo, no Rio2C – evento de originalidade e inovação que será realizado até o próximo dia 2 de maio na Cidade das Artes.
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Usuários de carteira do dedo poderão vender os dados pessoais
O objetivo da empresa é lançar a dWallet para dados pessoais, uma vez que documentos, localização e outros. A carteira do dedo armazenaria todas as informações sigilosas de uma pessoa, a qual teria o poder de monetizar os dados. Ou seja, o usuário determinará se ele quer ou não dividir as informações e por qual valor isso seria feito.
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“Queremos expelir o intermediário. Por que você precisa ter suas informações fracionadas entre os gigantes da tecnologia (uma vez que Facebook e Google) se pode controlar e fazer numerário com os dados que são seus? O que propomos é zero menos do que uma revolução no setor, e já temos entre os parceiros um banco público e um privado no Brasil, além de várias empresas, de redes hospitalares a varejistas. É a lógica do Pix, agora no manejo de dados”. Foi isso o que disse o CEO em sua fala no Rio2C.
Uma vez que a venda de dados pessoais seria vantajosa?
Imagine que uma pessoa tenha diabetes há 10 anos. Ela poderia colocar todos os dados sobre médicos, remédios, tratamentos, sintomas, dicas e tudo o mais dentro da sua dWallet. Caso outro paciente que também tenha diabetes queira, ele poderia comprar esses dados da primeira pessoa.
Ou por outra, empresas de marketing e de notícia também poderiam ofertar numerário por informações. Desde que o intuito esteja dentro da lei, não há qualquer problema em oferecer dados pessoais de forma deliberada em transações econômicas. Muitas pessoas já fazem isso e não recebem zero em contrapartida.
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